Assembleia Diocesana de Pastoral Rondonópolis-Guiratinga destaca importância do diálogo

Pascom Diocese de Rondonópolis-Guiratinga

 

Comunidade Eclesial e missionária: ambiente de proximidade, comunhão, confiança no mundo urbano em transformação”.

 

A Diocese de Rondonópolis-Guiratinga realizou a 6ª Assembleia Diocesana de Pastoral depois da unificação Rondonópolis-Guiratinga numa só diocese com o tema: “Comunidade Eclesial e missionária: ambiente de proximidade, comunhão, confiança no mundo urbano em transformação”. As atividades ocorreram entre a noite de 14 de novembro e se estendeu até o meio-dia do dia 16.

Sob a coordenação de Padre José Éder Ribeiro Lima, pároco da Catedral Santa Cruz e coordenador diocesano de pastoral, ajudado por Maria Aparecida Silva, e equipe de leigos e leigas, o mesmo fez abertura da Assembleia e convidou a todos para participar da Missa de abertura, presidida pelo bispo dom Juventino Kestering. O bispo insistiu “que a assembleia é um jeito de ser Igreja, é um lugar teológico de partilha, de escuta, de mútua reanimação e de assumir de forma colegiada os compromissos para o ano de 2020”. Momento significativo foi o ofertório, quando os representantes das aldeias indígenas trouxeram as ofertas da natureza em forma de um canto de oferenda a Deus.

Após a celebração da missão padre José Éder tratou de questões básicas para a assembleia e passou a coordenação para Maria Aparecida para a organização do programa, das equipes e dos serviços. Ato contínuo, dom Juventino proferiu as palavras de aberturas, saudando a todos participantes e chamando a atenção para a responsabilidade da presença de cada uma/a como delegado/a, como voz da igreja particular da diocese.

São palavras do bispo: “Nesta assembleia teremos a graça de escutar as vozes das paróquias, das pastorais, dos movimentos, dos povos indígenas e acima de tudo ver e escutar como o Plano Diocesano de Pastoral é linha dorsal das ações pastorais’. E continuou: “A fonte de inspiração desta assembleia é o Plano Diocesano de Pastoral, são as Diretrizes Pastorais da CNBB e a cartas apostólicas do Papa Francisco “Evangelii Gaudium e Laudato Si”. “É a assembleia que dá o rumo às atividades pastorais, dos movimentos e serviços na Igreja diocesana, com seu bispo, seu presbitério, em assembleias, em comunhão com todo povo de Deus. É a assembleia diocesana que abre horizonte, caminho por onde caminhar. Não é a paróquia nem o movimento, não é o que vem de fora que determina o que deve ser feito e assumido”.

E concluiu: “Olhar os feridos da cultura, vítimas de sistemas econômicos e políticos, da pobreza e injustiça. O bispo, o padre, o ministro/a, o catequista… é um cuidador dos feridos e não abridor de mais chagas. Para ser cuidador requer presença efetiva e afetiva com o povo para criar cultura do encontro, do diálogo, da escuta e abertura ao outro/a. O diálogo é um respiro do coração. O diálogo produz a sabedoria para discernir. Só quem escuta é capaz de entender o outro. Que a assembleia seja um resultado da nossa participação, empenho e vontade de acertar”.

Foram inscritos 114 participantes como delegados e delgadas entre padres, religiosos, religiosas, leigos e leigas, povos indígenas e representantes das pastorais e movimentos, tendo também a assessoria do padre Reinaldo Braga, secretário regional da CNBB.

O evento realizou-se no Centro de Formação, em Fátima de São Lourenço, onde, de certa forma, foi o nascedouro da vida eclesial da diocese.

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