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Bispos latino-americanos levantam a voz pela Amazônia

Bispos latino-americanos levantam a voz pela Amazônia

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A situação na região Pan-Amazônica, devastada por incêndios de proporções dantescas, especialmente no Brasil e na Bolívia, muitos dos quais foram causados, não por ONGs como o presidente brasileiro sugeriu, mas por aqueles que veem a Amazônia como uma despensa, pois eles estão localizados nas áreas conhecidas como a fronteira agrícola, em que o agronegócio está penetrando a floresta virgem em um ritmo desenfreado e com consequências dramáticas, não só para o meio ambiente, mas também para os povos que vivem lá, é realmente preocupante. A informação é de Luiz Miguel Modino. As reações no mundo todo, tem se somado as da Igreja latino-americana, que através do Conselho Episcopal Latino-Americano - CELAM, lançaram uma nota intitulada “Levantamos nossa voz pela Amazônia”, na qua
“O que o povo warao mais pede é uma inculturação do Evangelho”. Entrevista com Dom Ernesto Romero, bispo de Tucupita, Venezuela.

“O que o povo warao mais pede é uma inculturação do Evangelho”. Entrevista com Dom Ernesto Romero, bispo de Tucupita, Venezuela.

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A situação vivida pelo povo venezuelano é "bastante crítica", algo que "é percebido muito mais nas áreas mais pobres, como bairros ou áreas indígenas". As palavras do Dom Ernesto José Romero Rivas, bispo do Vicariato de Tucupita, no delta Amacuro, foz do Orinoco, Venezuela, desde 7 de abril de 2015, são mais uma prova de uma situação que impede a “população continuar normalmente sua vida". O bispo capuchinho lamenta a falta de “propostas políticas que realmente saiam em defesa da população”, o que levou a um êxodo em massa do país, também dos indígenas waraos, majoritários da região, que se deslocaram para o Brasil, onde eles são vítima de uma xenofobia, que tradicionalmente sofreram em seu próprio país, porque na Venezuela "as comunidades indígenas sempre foram marginalizadas, esquecid
“Este Sínodo, em sua profecia, é fiel aos gritos dos pobres e da irmã Mãe Terra”. Entrevista com Mauricio López.

“Este Sínodo, em sua profecia, é fiel aos gritos dos pobres e da irmã Mãe Terra”. Entrevista com Mauricio López.

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“avançar, além de situações que podem ser adversas, acima de certas críticas do exterior que denotam uma grande falta de conhecimento da realidade profunda”. O Sínodo para a Amazônia está em um momento que pode ser de particular importância ao longo de todo o processo. Depois de dois meses da publicação do Instrumentum Laboris, que não podemos esquecer, causou principalmente reações positivas e algumas contra, tanto dentro como fora da Igreja, e pouco menos de dois meses para o início da assembleia sinodal, a ser realizada no Vaticano, de 6 a 27 de outubro, o conhecimento dos detalhes desse processo é de particular importância, especialmente para aqueles que estarão presentes na aula sinodal. Alguém que conhece de dentro todo este processo sinodal é Mauricio López, Secretário Executivo d
Amazônia, uma luta por terra banhada em sangue

Amazônia, uma luta por terra banhada em sangue

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Os conflitos por terra no Amazônia se tornaram um elemento cada vez mais presente, uma situação que só cresce em consequência de uma política que faz a vista grossa contra esse tipo de práticas e que sustenta um discurso contrário àqueles que se tornaram vítimas desse sistema que saqueia sem dor a região: os povos da Amazônia, especialmente os indígenas. Como foi mostrado no Fórum sobre a Violência no Campo, que aconteceu no dia 16 de agosto no Centro de Formação da Arquidiocese de Manaus, quase um milhão de pessoas estiveram envolvidas em conflitos por terra no Brasil no ano 2018, como recolhe o Caderno de Conflitos no Campo, que cada ano publica a Comissão Pastoral da Terra – CPT, e que nesta sexta-feira foi lançado na capital amazonense. Entre essas pessoas, seiscentas mil vivem na
Organizações Indígenas em “Luta pela Existência e Vida Plena”, na IV marcha do estado do Amazonas

Organizações Indígenas em “Luta pela Existência e Vida Plena”, na IV marcha do estado do Amazonas

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O ataque aos direitos dos povos indígenas se tornou uma constante por parte do poder executivo brasileiro, seja em nível federal, estadual ou municipal. Diante desses abusos e reivindicando os direitos garantidos pela Constituição Federal de 1988, os povos originários não estão dispostos a desistir de uma luta que garanta sua existência e vida plena. A IV Marcha dos Povos Indígenas do Amazonas, que tem acontecido em Manaus de 13 a 15 de agosto, juntou-se esta semana à Marcha das Mulheres Indígenas em Brasília. Diferentes organizações indígenas de todo o estado do Amazonas tem se reunido em volta do tema "Avançar e Acelerar os Passos da Luta pela Existência e Vida Plena". Os organizadores foram a Frente Amazônica de Mobilização em Defesa dos Direitos Indígenas (FAMDDI) e o Fórum de Ed
“Como indígena vejo que o Sínodo é uma grande oportunidade de sermos conhecidos pela Igreja toda”. Entrevista com Pe. Justino Sarmento Rezende.

“Como indígena vejo que o Sínodo é uma grande oportunidade de sermos conhecidos pela Igreja toda”. Entrevista com Pe. Justino Sarmento Rezende.

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Como indígena vejo que é uma grande oportunidade de sermos conhecidos pela Igreja toda, e nós próprios indígenas redescubramos o grande valor que nós temos no mundo e os valores que os povos apresentam numa perspectiva de contribuir para fazer ecoar a voz indígena em defesa do mundo, em defesa da ecologia, na questão dos rios, florestas, as grandes tradições, pequenas tradições também do dia-a-dia. A primeira vez que conversei com o Padre Justino Sarmento Rezende, ele me falou que antes de ser salesiano já era indígena. Com o tempo fui descobrindo que essa afirmação não era gratuita e que ele pode ser considerado como um construtor de pontes entre duas cosmovisões, duas formas de entender a vida, bem mais próximas do que muita gente poderia pensar: o mundo indígena e o mundo cristão.
“Que o Sínodo nos ajude a ser mais cristãos, mais Igreja e mais responsáveis”, entrevista com Dom Eugenio Coter

“Que o Sínodo nos ajude a ser mais cristãos, mais Igreja e mais responsáveis”, entrevista com Dom Eugenio Coter

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O vicariato de Pando ocupa o extremo norte da Bolívia, fronteira com o Brasil e o Perú, no meio da floresta amazônica. Alí é Bispo desde 2013 Dom Eugenio Coter, nascido em Bergamo, Itália, terra natal de São João XXIII, de onde chegou como missionário à Bolívia no início dos anos noventa. Dentro do processo do Sínodo para a Amazônia, Dom Coter desempenhou um papel proeminente, pelo fato dele fazer parte do Conselho Presinodal. Isso permitiu que ele estivesse por dentro dos documentos que foram preparados. Ao falar do Instumentum Laboris, reconhece que “é um documento que nasce da pastoral e da vivência eclesial”, de uma Igreja encarnada. Nesta entrevista, o bispo do Vicariato de Pando aborda questões que estão presentes na discussão sinodal, incluindo aquelas que criam controvérsias
“O discurso do governo hoje é acabar com a população indígena”. Entrevista com Rosimere Teles, da União das Mulheres Indígenas da Amazônia Brasileira.

“O discurso do governo hoje é acabar com a população indígena”. Entrevista com Rosimere Teles, da União das Mulheres Indígenas da Amazônia Brasileira.

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“o grande bem comum que Deus nos deixou é a vida, e a vida depende do que a gente cuida”. Os povos indígenas são provavelmente o coletivo que mais tem enfrentado de forma mais clara e direta as políticas do atual governo brasileiro. Em diferentes níveis os povos originários estão dando passos que os levem a garantir os direitos recolhidos na Constituição de 1988, principalmente o território. Nesse contexto, vai acontecer em Brasília de 9 a 13 de agosto, a 1ª Marcha das Mulheres Indígenas, que espera reunir umas duas mil mulheres indígena de todo o Brasil, em volta da temática, “Território: nosso corpo, nosso espírito”. Uma das participantes dessa marcha será Rosimere Maria Vieira Teles, que faz parte da coordenação da Rede das Mulheres Indígenas do Estado do Amazonas – Makira-Êta, e
O Sínodo pede da Igreja “se envolver mais em defesa da vida e dos direitos dos povos da Amazônia”. Entrevista com Chico Loebens, do CIMI

O Sínodo pede da Igreja “se envolver mais em defesa da vida e dos direitos dos povos da Amazônia”. Entrevista com Chico Loebens, do CIMI

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As ameaças aos povos indígenas têm se tornado uma constante desde a chegada ao poder do atual governo brasileiro, que segundo Guenter Francisco Loebens, mais conhecido como Chico do CIMI, promove uma política “orientada ao contrário do bem comum”, que faz realidade “um processo de vulnerabilidade da vida dos povos indígenas”. Depois de 40 anos trabalhando no Conselho Indigenista Brasileiro nos estados de Amazonas e Roraima, Chico Loebens reconhece com temor que “a força do poder económico é muito grande”, mas também que “os povos indígenas têm sido o segmento da sociedade brasileira que de forma mais ágil tem se mobilizado para assegurar seus direitos nesse atual contexto”. Ele afirma que com o processo sinodal, “vai se ampliando dentro da nossa Igreja esse sentido, essa solidariedade c
“O Papa Francisco nos leva a recuperar a vida de São Luis Maria de Montfort, a paixão pelos que sofrem”. Entrevista com Pe. Luiz Stefani, geral dos Monfortinos

“O Papa Francisco nos leva a recuperar a vida de São Luis Maria de Montfort, a paixão pelos que sofrem”. Entrevista com Pe. Luiz Stefani, geral dos Monfortinos

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O Pe. Luiz Augusto Stefani é superior geral da Companhia de Maria, também conhecidos como monfortinos, desde 11 de maio de 2017. O religioso brasileiro reconhece que hoje a congregação tem mudado, se tornando uma congregação com um rosto do hemisfério sul, algo que se manifesta até na composição do governo geral. Fundados por São Luis de Montfort, a quem o atual geral da congregação define como “um santo de mentalidade sem fronteiras”, e com “uma espiritualidade profunda de que Jesus Cristo está presente no povo que sofre”, o carisma do fundador “nos leva a recuperar essa dimensão de vida..., de uma Igreja em saída, uma Igreja que não só esteja nas periferias do mundo, ou nos lugares menos buscados para a missão, mas uma presença de amor, aumentar ainda mais o carinho, o amor e a compai