Bahia e Sergipe participa do 14º Intereclesial de CEBs

Já iniciou o 14º Intereclesial de CEBs do Brasil, são muitos os que já deixaram suas famílias e se deslocam para a cidade de Londrina no estado do Paraná, Região Sul do Brasil.

O Norte do Brasil é a primeira Região do país a ter delegados em viagem rumo ao Paraná. Com abertura oficial prevista para o início da noite do próximo dia 23 (terça) de janeiro as equipes de serviços já estão promovendo os detalhes final para o encontro.

O Nordeste do Brasil está organizado em cinco Regionais da CNBB no território de nove estados. A BAHIA E SERGIPE é o 3º Regional da CNBB do Nordeste, tem vinte cinco dioceses, das quais vinte uma envia representação para o Intereclesial.

A delegação da Bahia e Sergipe realizou um processo de construção em preparação ao Intereclesial promovendo duas Ampliada Regional de CEBs, nas temáticas: “Os desafios da Comunicação no mundo urbano” e “Leigos e Leigas protagonistas na vida das CEBs. Foi motivado e assumido pelas coordenações e comunidades os materiais de divulgação e formação do 14º Intereclesial.

A atual coordenação do regional está composta na seguinte representatividade.

Equipe de articulação do Regional Nordeste – 3

  • Maria Aparecida Varges Ferraz: coordenadora;
  • Nilson Ladeia Silva: vice coordenador;
  • 1ª Tesoureiro: Ivo de Jesus Costa;
  • 2ª tesoureiro: Walter Almeida;
  • 1ª secretaria: Lucia Laureana;
  • 2ª secretaria: Valdenilza Marques;
  • Bispo referencial: Dom Itamar Viam;
  • Assessores: Padre Carlos Marçal, Padre Zé Carlos, Padre Edmundo, Monica, Fátima, padre José Soares.

A representatividade do regional para o 14º Intereclesial está composta de (103) delegados dos quais são;

  • 79 leigos
  • 13 jovens
  • 15 padres
  • 07 religiosas
  • 01 bispos
  • 58 mulheres
  • 42 homens

Colaboração e fotos: Maria Ferraz

 

One Comment

  • Maria de Fátima

    Acho que está informação não tem chegado as bases . Em tempo de tecnologia devemos fazer chegar esta articulação para mais pessoas .
    Não Quero fazer nenhuma crítica, mas a estratégia precisa ser mudada. Tem um povo pelas comunidades fazendo cabeça do nosso povo, não podemos perder o bonde da história. Já me ofereci para fazer formação, mas nunca fui chamada pelas lideranças. Não sei porque.
    Fatinha – Movimento Candelaria Nunca Mais !! RJ

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