– SULÃO

NOTA DO REGIONAL SUL1 DA CNBB  diante da triste e assustadora notícia da grave ocorrência em Paraisópolis, na Cidade de São Paulo.

NOTA DO REGIONAL SUL1 DA CNBB diante da triste e assustadora notícia da grave ocorrência em Paraisópolis, na Cidade de São Paulo.

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"Ele há de julgar as nações e arguir numerosos povos; estes transformarão suas espadas em arados e suas lanças em foices: não pegarão em armas uns contra os outros e não mais travarão combate" (Is 2,4). Nós, Bispos do Regional Sul 1, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), diante da triste e assustadora notícia da grave ocorrência em Paraisópolis, na Cidade de São Paulo, na madrugada deste 1° de dezembro, em que nove jovens perderam suas vidas e vários outros foram feridos, queremos manifestar nosso lamento pelos atos violentos que resultaram nesta tragédia. Tendo em nossos corações os mesmos sentimentos de Jesus Cristo, repudiamos toda forma de violência, manifestação de ódio e desrespeito à vida. De modo particular, expressamos a fraternal solidariedade da Igreja Católi
Somos um povo que constrói e vive a esperança, somos povo pascal. CARTA DAS COMUNIDADES ECLESIAIS DE BASE DO ESTADO DE SÃO PAULO

Somos um povo que constrói e vive a esperança, somos povo pascal. CARTA DAS COMUNIDADES ECLESIAIS DE BASE DO ESTADO DE SÃO PAULO

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“Ninguém caminha sem aprender a caminhar, sem aprender a fazer o caminho caminhando, refazendo e retocando o sonho pelo qual se pôs a caminhar.” Paulo Freire No chão da Diocese de São José do Rio Preto, nós, animadores das Comunidades Eclesiais de Base, unidos como Colegiada das CEB’s do estado de São Paulo nos reunimos durante os dias 23 e 24 para a última reunião do ano de 2019 e desejamos lançar uma mensagem de gratidão e esperança a cada comunidade do nosso grande estado. O ano de 2019 foi, para todos nós, desafiador. Seja pela conjuntura sócio-política, seja pela realidade eclesial. Este cenário favorece o surgimento de uma onda de pessimismo e desesperança, que gera desarticulação e individualismo pastoral. “Não há espaço para o pessimismo ou o desalento”, nos lembra Francisco.
NOVOS CAMINHOS DE CONVERSÃO. SINODAL O modus vivendi et operandi da Igreja na Amazônia.  Agenor Brighenti

NOVOS CAMINHOS DE CONVERSÃO. SINODAL O modus vivendi et operandi da Igreja na Amazônia. Agenor Brighenti

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Fundamental para o exercício da sinodalidade na Igreja na Amazônia é "alargar os espaços para uma presença feminina mais incisiva", por meio de uma “participação ativa na comunidade eclesial” (n. 99). O Capítulo V do Documento Final do Sínodo da Amazônia faz da sinodalidade o modus vivendi et operandi da Igreja na Amazônia. Começa afirmando que, por sua natureza, a Igreja, “enquanto Povo de Deus sob o dinamismo do Espírito” é sinodal - “comunhão e participação, especialmente na ministerialidade e na sacramentalidade”. A sinodalidade “é uma dimensão constitutiva da Igreja” e, portanto, não se pode ser Igreja “sem reconhecer um efetivo exercício do sensus fidei de todo o Povo de Deus” (n. 88). Uma melhor integração da vida consagrada, dos leigos, em especial das mulheres, clama por uma co
Sínodo da Amazônia (VI) NOVOS CAMINHOS DE CONVERSÃO ECOLÓGICA. A dimensão socioambiental da evangelização.  Agenor Brighenti

Sínodo da Amazônia (VI) NOVOS CAMINHOS DE CONVERSÃO ECOLÓGICA. A dimensão socioambiental da evangelização. Agenor Brighenti

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  O Documento adverte que “é urgente enfrentar a exploração ilimitada da casa comum e dos seus habitantes”. O Capítulo IV do Documento Final do Sínodo da Amazônia propõe “novos caminhos para uma conversão ecológica”, dada a atual “crise socioambiental sem precedentes”. O bioma amazônico “está ameaçado de desaparição, com tremendas consequências para nosso planeta”. A única saída é promover uma ecologia integral, que promova “um modelo de desenvolvimento justo e solidário”, em que temos muito que aprender “de nossos irmãos e irmãs dos povos originários” (n. 65). Conversão urgente antes que seja tarde demais O Documento adverte que “é urgente enfrentar a exploração ilimitada da casa comum e dos seus habitantes”. Uma das principais causas de destruição na Amazônia “é a atividade
União e resistência negra. Marcelo Barros.

União e resistência negra. Marcelo Barros.

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No Brasil, essa semana é marcada pela memória do martírio do Zumbi dos Palmares no 20 de novembro de 1697 e pela comemoração dessa data que, em todo o país, se tornou “Dia da união e consciência negra”. A comemoração anual da memória do Zumbi é importante em um Brasil que ainda mantém a herança de forte desigualdade social. Atualmente, o Brasil é o país com a segunda maior população negra do mundo (Só perde para a Nigéria). No entanto, essa população continua a ser majoritariamente pobre e explorada. No seu livro Escravidão, Laurentino Gomes afirma: “Negros e pardos representam 54% da população brasileira, mas sua participação entre os 10% mais pobres é muito maior de 78%. Na educação, enquanto 22% da população branca tem 12 anos de estudo ou mais, a taxa é de 9, 4% para a população neg
Sínodo da Amazônia (V) NOVOS CAMINHOS DE CONVERSÃO CULTURAL Uma Igreja aliada dos povos indígenas e autóctone. Agenor Brighenti

Sínodo da Amazônia (V) NOVOS CAMINHOS DE CONVERSÃO CULTURAL Uma Igreja aliada dos povos indígenas e autóctone. Agenor Brighenti

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“o pensamento dos povos indígenas oferece uma visão integradora da realidade, capaz de compreender as múltiplas conexões existentes entre tudo o que foi criado” O Capítulo III do Documento Final do Sínodo da Amazônia apresenta “novos caminhos para uma conversão cultural”. Começa reconhecendo que a região possui “uma grande diversidade cultural”. Neste âmbito, uma evangelização respeitosa e acolhedora do outro, capaz de aprender dele, exige “respeitar e reconhecer seus valores, viver e praticar a inculturação e a interculturalidade no anúncio da Boa Nova” (n. 41). Implica “ter um olhar que inclua a todos, usando expressões que permitam identificar e vincular todos os grupos e refletir identidades a serem reconhecidas, respeitadas e promovidas tanto na Igreja quanto na sociedade”. Frisa o
A memória perigosa do martírio. Marcelo Barros

A memória perigosa do martírio. Marcelo Barros

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"Hoje, os assuntos que parecem preocupar a muitos padres jovens e mesmo a bispos em suas dioceses parecem ser de outra natureza e nada terem a ver com os motivos pelos quais no Brasil o padre Josimo Tavares, o padre Ezequiel Ramin e outros deram a vida, assim como os seis jesuítas de San Salvador assinaram com o próprio sangue o testemunho de Jesus, mais profundo e falante do que todas as pregações do mundo." Em toda a história, mas especialmente nas décadas mais recentes, diariamente na América Latina convivemos com notícias de assassinatos e massacres que não nos deixam esquecer a tragédia que vivemos de mortes e vidas severinas. Quantos índios e negros ainda têm de derramar seu sangue para que os pobres e oprimidos tenham sua dignidade reconhecida e possam viver em paz? Nenhuma mort
CARTA ÀS COMUNIDADES. 4° Sulão das CEBs.   

CARTA ÀS COMUNIDADES. 4° Sulão das CEBs.   

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O 4º SULÃO DAS CEBs, aconteceu nos dias 15 a 17 de novembro, em Canoas – Arquidiocese de Porto Alegre/ RS com o tema: Igreja da Base na perspectiva do Papa Francisco. O Sulão das CEBs, compreendeu um  espaço de partilha  das lutas, buscas, alegrias e esperanças, das angústias e dúvidas, animados/as pela certeza de que onde houver um/a cristão/ã consciente ou uma mulher e um homem de boa vontade que se irmanam na solidariedade, na luta pela justiça, e na criação de estruturas de fraternidade e comunhão, o tirano poder não será nem absoluto e nem definitivo. E aí está o coração das CEBs, aí está acontecendo o jeito de ser da Igreja comprometida com Jesus Cristo. A comunidade Sagrado Coração acolheu a todos e todas com afeto e alegria em suas c
IGREJA DA BASE NA PERSPECTIVA DO PAPA  FRANCISCO: “EU VI, OUVI E DESCI PARA SER SAL, LUZ E FERMENTO DE TRANSFORMAÇÃO”

IGREJA DA BASE NA PERSPECTIVA DO PAPA FRANCISCO: “EU VI, OUVI E DESCI PARA SER SAL, LUZ E FERMENTO DE TRANSFORMAÇÃO”

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"Atrevo-me a dizer que o futuro da humanidade está, em grande medida, nas vossas mãos, na vossa capacidade de vos organizar e promover alternativas criativas na busca diária dos “3 Ts”. Papa Francisco Por Waldir José Bohn Gass Coordenador do CNLB Sul 3 Faço algumas considerações a partir da matéria da nossa página, CEBsdoBrasil, “Assessores do 4ºSulão das CEBs. Igreja da Base na Perspectiva do Papa Francisco”, especialmente a partir das considerações de Benedito Ferraro, “CEBs: Cinco Notas Fundamentais de sua Identidade”. Ignacio Ellacuría e Mariele vivem Me inspira fundamentalmente Ignacio Ellacuría, padre jesuíta, cujo martírio, fruto de sua fidelidade a Deus nos pobres, completa trinta anos neste 16 de novembro. Ele percebia os pobres como o Povo Crucificado, continuação hist
Sínodo da Amazônia (IV) NOVOS CAMINHOS DE CONVERSÃO PASTORAL.  Uma Igreja em saída e com rosto amazônico.Agenor Brighenti

Sínodo da Amazônia (IV) NOVOS CAMINHOS DE CONVERSÃO PASTORAL. Uma Igreja em saída e com rosto amazônico.Agenor Brighenti

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O Capítulo II do Documento Final do Sínodo frisa que uma “conversão pastoral” é necessária para “uma Igreja em saída missionária” e “com rosto amazônico”. A missionariedade é da natureza da Igreja - “a Igreja existe para evangelizar” - (EN 14) e a uma evangelização inculturada corresponde a uma Igreja culturalmente nova, com rosto próprio. Sair ao encontro de diferentes em uma atitude de diálogo. Na evangelização não há destinatários, mas interlocutores. O “outro” é um “deferente”, a ser acolhido e respeitado em sua autonomia. Na Amazônia, os “diferentes” são “povos indígenas, ribeirinhos, camponeses e afrodescendentes (quilombolas), as demais Igrejas cristãs e confissões religiosas, organizações da sociedade civil, movimentos sociais populares, o Estado, enfim todas as pessoas de bo