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NOVOS CAMINHOS DE CONVERSÃO. SINODAL O modus vivendi et operandi da Igreja na Amazônia.  Agenor Brighenti

NOVOS CAMINHOS DE CONVERSÃO. SINODAL O modus vivendi et operandi da Igreja na Amazônia. Agenor Brighenti

- SULÃO, Artigos, Destaque, Destaque News
Fundamental para o exercício da sinodalidade na Igreja na Amazônia é "alargar os espaços para uma presença feminina mais incisiva", por meio de uma “participação ativa na comunidade eclesial” (n. 99). O Capítulo V do Documento Final do Sínodo da Amazônia faz da sinodalidade o modus vivendi et operandi da Igreja na Amazônia. Começa afirmando que, por sua natureza, a Igreja, “enquanto Povo de Deus sob o dinamismo do Espírito” é sinodal - “comunhão e participação, especialmente na ministerialidade e na sacramentalidade”. A sinodalidade “é uma dimensão constitutiva da Igreja” e, portanto, não se pode ser Igreja “sem reconhecer um efetivo exercício do sensus fidei de todo o Povo de Deus” (n. 88). Uma melhor integração da vida consagrada, dos leigos, em especial das mulheres, clama por uma co
IDENTIDADE DO CRISTÃO LEIGO E LEIGA, VERDADEIRAMENTE SUJEITO ECLESIAL.  Marilza José Lopes Schuina

IDENTIDADE DO CRISTÃO LEIGO E LEIGA, VERDADEIRAMENTE SUJEITO ECLESIAL. Marilza José Lopes Schuina

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Participar da função sacerdotal de Cristo nos faz sacerdotes como ele o foi na dimensão do serviço. IDENTIDADE DO CRISTÃO LEIGO E LEIGA, VERDADEIRAMENTE SUJEITO ECLESIAL Marilza José Lopes Schuina Introdução Estaremos comemorando o “Dia Nacional dos Cristãos Leigos e Leigas”, na Solenidade de Cristo Rei, neste domingo, 24 de novembro. Convido-os a uma breve reflexão sobre a identidade do cristão leigo e leiga. Desde o Concílio Vaticano II a Igreja tem dado ênfase ao protagonismo do leigo e da leiga na Igreja e na Sociedade, especialmente a Igreja na América Latina e Caribe, através de suas Conferências Episcopais. Na Conferência de Aparecida (2007), o leigo é apresentado como “verdadeiro sujeito eclesial”. Falar do cristão leigo e leiga como sujeito eclesial é falar de alguém envia
A meta da história: o projeto divino e as cruzes de cada dia. Marcelo Barros

A meta da história: o projeto divino e as cruzes de cada dia. Marcelo Barros

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O evangelho não pode ser lido com os olhos dos governantes de extrema-direita que defendem tortura e pena de morte. O Estado não tem direito de matar ninguém.  A pior opressão é a opressão interiorizada. A pior colonização é a colonização dentro de nós mesmos. Na Igreja Latina, esse é o último domingo do tempo comum, (no próximo começaremos um novo ano litúrgico). Desde a reforma litúrgica, este domingo é consagrado como festa de Cristo, rei do Universo. Comumente, a Igreja explica que Jesus é rei de modo diferente dos reis desse mundo. É rei como servidor e por dar a sua vida por todos nós. No entanto, mesmo assim, esse título, por mais que se reinvente, tem sempre algo de estranho a Jesus. Em uma de suas meditações, Dom Helder diz que sabe que Jesus não gosta e não quer esse título. V
Sínodo da Amazônia (VI) NOVOS CAMINHOS DE CONVERSÃO ECOLÓGICA. A dimensão socioambiental da evangelização.  Agenor Brighenti

Sínodo da Amazônia (VI) NOVOS CAMINHOS DE CONVERSÃO ECOLÓGICA. A dimensão socioambiental da evangelização. Agenor Brighenti

- SULÃO, Artigos, Destaque, Destaque News
  O Documento adverte que “é urgente enfrentar a exploração ilimitada da casa comum e dos seus habitantes”. O Capítulo IV do Documento Final do Sínodo da Amazônia propõe “novos caminhos para uma conversão ecológica”, dada a atual “crise socioambiental sem precedentes”. O bioma amazônico “está ameaçado de desaparição, com tremendas consequências para nosso planeta”. A única saída é promover uma ecologia integral, que promova “um modelo de desenvolvimento justo e solidário”, em que temos muito que aprender “de nossos irmãos e irmãs dos povos originários” (n. 65). Conversão urgente antes que seja tarde demais O Documento adverte que “é urgente enfrentar a exploração ilimitada da casa comum e dos seus habitantes”. Uma das principais causas de destruição na Amazônia “é a atividade
União e resistência negra. Marcelo Barros.

União e resistência negra. Marcelo Barros.

- SULÃO, Artigos, Destaque, Destaque News
No Brasil, essa semana é marcada pela memória do martírio do Zumbi dos Palmares no 20 de novembro de 1697 e pela comemoração dessa data que, em todo o país, se tornou “Dia da união e consciência negra”. A comemoração anual da memória do Zumbi é importante em um Brasil que ainda mantém a herança de forte desigualdade social. Atualmente, o Brasil é o país com a segunda maior população negra do mundo (Só perde para a Nigéria). No entanto, essa população continua a ser majoritariamente pobre e explorada. No seu livro Escravidão, Laurentino Gomes afirma: “Negros e pardos representam 54% da população brasileira, mas sua participação entre os 10% mais pobres é muito maior de 78%. Na educação, enquanto 22% da população branca tem 12 anos de estudo ou mais, a taxa é de 9, 4% para a população neg
A Equipe Itinerante percorre Espanha mostrando a vida, clamores e esperanças da Amazônia. Luis Miguel Modino.

A Equipe Itinerante percorre Espanha mostrando a vida, clamores e esperanças da Amazônia. Luis Miguel Modino.

- NORTÃO, Articulação Continental, Artigos, Destaque, Destaque News
O que acontece na Amazônia não deixa ninguém indiferente, tem se tornado elemento de reflexão. Em tudo isso, podemos dizer que o Sínodo tem sido um instrumento que tem ajudado a dar visibilidade a problemáticas presentes por muito tempo nessa região. Mas o Sínodo é um processo que vai além da assembleia, celebrada no Vaticano de 6 a 27 de outubro, que pretende ajudar o mundo a tomar consciência sobre a importância do cuidado da Casa Comum. Dentro desse processo, a Equipe Itinerante de Manaus, com o apoio de Entreculturas, Caritas Espanhola e Manos Unidas, tem percorrido mais de 40 cidades espanholas, numa tentativa de trazer a Amazônia para perto da Europa, de passar um pouco da realidade amazônica, de amazonizar o velho continente, uma atitude assumida pelas crianças, jovens e adultos,
Sínodo da Amazônia (V) NOVOS CAMINHOS DE CONVERSÃO CULTURAL Uma Igreja aliada dos povos indígenas e autóctone. Agenor Brighenti

Sínodo da Amazônia (V) NOVOS CAMINHOS DE CONVERSÃO CULTURAL Uma Igreja aliada dos povos indígenas e autóctone. Agenor Brighenti

- SULÃO, Artigos, Destaque, Destaque News
“o pensamento dos povos indígenas oferece uma visão integradora da realidade, capaz de compreender as múltiplas conexões existentes entre tudo o que foi criado” O Capítulo III do Documento Final do Sínodo da Amazônia apresenta “novos caminhos para uma conversão cultural”. Começa reconhecendo que a região possui “uma grande diversidade cultural”. Neste âmbito, uma evangelização respeitosa e acolhedora do outro, capaz de aprender dele, exige “respeitar e reconhecer seus valores, viver e praticar a inculturação e a interculturalidade no anúncio da Boa Nova” (n. 41). Implica “ter um olhar que inclua a todos, usando expressões que permitam identificar e vincular todos os grupos e refletir identidades a serem reconhecidas, respeitadas e promovidas tanto na Igreja quanto na sociedade”. Frisa o
IGREJA DA BASE NA PERSPECTIVA DO PAPA  FRANCISCO: “EU VI, OUVI E DESCI PARA SER SAL, LUZ E FERMENTO DE TRANSFORMAÇÃO”

IGREJA DA BASE NA PERSPECTIVA DO PAPA FRANCISCO: “EU VI, OUVI E DESCI PARA SER SAL, LUZ E FERMENTO DE TRANSFORMAÇÃO”

- SULÃO, Artigos, Destaque, Destaque News
"Atrevo-me a dizer que o futuro da humanidade está, em grande medida, nas vossas mãos, na vossa capacidade de vos organizar e promover alternativas criativas na busca diária dos “3 Ts”. Papa Francisco Por Waldir José Bohn Gass Coordenador do CNLB Sul 3 Faço algumas considerações a partir da matéria da nossa página, CEBsdoBrasil, “Assessores do 4ºSulão das CEBs. Igreja da Base na Perspectiva do Papa Francisco”, especialmente a partir das considerações de Benedito Ferraro, “CEBs: Cinco Notas Fundamentais de sua Identidade”. Ignacio Ellacuría e Mariele vivem Me inspira fundamentalmente Ignacio Ellacuría, padre jesuíta, cujo martírio, fruto de sua fidelidade a Deus nos pobres, completa trinta anos neste 16 de novembro. Ele percebia os pobres como o Povo Crucificado, continuação hist
Sínodo da Amazônia (IV) NOVOS CAMINHOS DE CONVERSÃO PASTORAL.  Uma Igreja em saída e com rosto amazônico.Agenor Brighenti

Sínodo da Amazônia (IV) NOVOS CAMINHOS DE CONVERSÃO PASTORAL. Uma Igreja em saída e com rosto amazônico.Agenor Brighenti

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O Capítulo II do Documento Final do Sínodo frisa que uma “conversão pastoral” é necessária para “uma Igreja em saída missionária” e “com rosto amazônico”. A missionariedade é da natureza da Igreja - “a Igreja existe para evangelizar” - (EN 14) e a uma evangelização inculturada corresponde a uma Igreja culturalmente nova, com rosto próprio. Sair ao encontro de diferentes em uma atitude de diálogo. Na evangelização não há destinatários, mas interlocutores. O “outro” é um “deferente”, a ser acolhido e respeitado em sua autonomia. Na Amazônia, os “diferentes” são “povos indígenas, ribeirinhos, camponeses e afrodescendentes (quilombolas), as demais Igrejas cristãs e confissões religiosas, organizações da sociedade civil, movimentos sociais populares, o Estado, enfim todas as pessoas de bo
E o golpe também pegou a Igreja. Marcelo Barros

E o golpe também pegou a Igreja. Marcelo Barros

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As mais recentes notícias sobre a Bolívia nos entristecem, por causa do terrível golpe de Estado e da realidade triste que ele significa de racismo e de fechamento das elites com relação a qualquer governo que tente administrar o país para a maioria do povo. Por outro lado, o mais triste é constatar que os dirigentes da Igreja Católica na Bolívia se declaram favoráveis ao golpe. Em sua declaração, os bispos negam que tenha havido golpe, mas não explicam como se derruba um presidente constitucionalmente eleito sem golpe. Deixam claro que a primeira preocupação é a defesa da propriedade e só depois falam na vida das pessoas. Convocam as forças armadas para cumprir essa função constitucional, sem nada dizer do fato de que se elas tivessem cumprido sua função nesses dias, não teria aconteci